Em setembro comércio eletrônico tem alta de 10% no faturamento, segundo estudo

Em setembro comércio eletrônico tem alta de 10% no faturamento, segundo estudo

De acordo com índice Bling, transportadoras e integrações logísticas seguem em alta pelo segundo mês consecutivo;

O comércio eletrônico está vivendo bons momentos e segue em alta em 2020. Em evidência desde o início da pandemia mundial, mês a mês o faturamento do e-commerce vem crescendo e batendo recordes. O Bling (www.bling.com.br) – startup de gerenciamento ERP para MEIs PMEs – acaba de divulgar o Índice Bling – relatório que analisa a interação entre clientes e marketplaces, integrações logísticas, emissões de notas fiscais e faturamento – referente ao mês de setembro.

De acordo com o levantamento, o número de pedidos no comércio eletrônico se manteve estável, por outro lado o faturamento da área cresceu 10% no comparativo com o mês anterior. O comércio físico, após reabertura gradual de lojas, vem recuperando o fôlego e cresceu 11%.

Ainda sentindo o reflexo da greve os Correios, o número de objetos postados pela empresa caiu 15%, na comparação com agosto. Por outro lado, lojistas passaram a apostar em novos formatos de entrega, e transportadoras e integrações logísticas seguiram em evidência pelo segundo mês consecutivo. O destaque vai para a Mercado Envios Flex, que o comparativo com o mês anterior cresceu 100%. A Jamef também se destacou e cresceu 200%, na comparação com o mês anterior, seguida pela Total Express (10%); e Jadlog (10%).

Com o crescimento das vendas online no Brasil, as integrações entre lojistas e marketplaces ganharam destaques. De acordo com o índice Bling, o Magalu cresceu 21,7% o número de empreendedores vendendo pela plataforma, já o Carrefour cresceu 15% e a B2W 9%.

“O e-commerce brasileiro vive um novo momento e vem de uma crescente constante. O setor está se solidificando cada vez mais e o consumidor está aprendendo e entendendo mais as vantagens de comprar online”, comenta Sidney Zynger, diretor de marketing do Bling. “Por outro lado, a chegada de grandes marketplaces segmentados e plataformas bem estruturadas dão ao lojista novos canais de venda para atender à demanda”, finaliza.